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	<title>Bruna Bauer, Autor em Instituto CRESCE</title>
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	<title>Bruna Bauer, Autor em Instituto CRESCE</title>
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	<item>
		<title>Jardim encantado: do manejo ao escalda pés com pitanga, malva, eucalipto e boldo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Aug 2021 16:29:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último final de semana, duas amigas vieram passar um tempo comigo no jardim. A ideia era pegarmos sol, conversarmos, nos alimentarmos bem e cuidarmos, juntas, de parte do manejo do meu jardim de forma lúdica, leve e eficiente. Iniciamos nosso trabalho pela poda de manjericões grandes e sofridos, além da poda de malvas, arrudas, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.institutocresce.org.br/blog/jardim-encantado-do-manejo-ao-escalda-pes-com-pitanga-malva-eucalipto-e-boldo/">Jardim encantado: do manejo ao escalda pés com pitanga, malva, eucalipto e boldo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.institutocresce.org.br">Instituto CRESCE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">No último final de semana, duas amigas vieram passar um tempo comigo no jardim. A ideia era pegarmos sol, conversarmos, nos alimentarmos bem e cuidarmos, juntas, de parte do <strong>manejo do meu jardim </strong>de forma lúdica, leve e eficiente. Iniciamos nosso trabalho pela poda de <strong>manjericões</strong> grandes e sofridos, além da poda de <strong>malvas</strong>, <strong>arrudas</strong>, <strong>pitangas</strong> e <strong>eucaliptos argentinos</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/3A0DD8D6-55A3-4CC9-B29F-036CF6E960A7-477x640.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>do manejo ao escalda pés</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Sol a pino, vento frio, podões e luvinhas de pano à mão. <strong>Parte das podas, transformamos em gravetos para acender a lareira.</strong> Foram gravetos de manjericão. Você já queimou essa planta alguma vez na vida? Ainda não? Pois devia &#8211; é que o perfume da fumaça é dos mais gostosos. </p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/8C10A098-DF1D-4341-9C57-F14339C6AECD.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>galhos de manjericão</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Com a poda da <strong>malva</strong>, fizemos uma <strong>lavourinha de mudas</strong>. A expectativa é de que pelo menos 30% delas vinguem &#8211; a ver. Com a pequena poda da <strong>arruda</strong>, fizemos o mesmo.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><br />Quando fomos recolher o “<strong>lixo verde</strong>” gerado pelas podas, <strong>senti de oferecer um ritual de relaxamento e agradecimento às amigas que me deram essa supermão no manejo das plantas</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/D0819E64-AF1F-4E50-92B4-180BBB98E94C.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>lavourinha de malva</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Dispus três bacias perto do sofá e, nelas, coloquei punhados fartos de folhas de <strong>pitangueira</strong>, <strong>malva</strong> e de <strong>eucalipto argentino</strong> &#8211; folhas retiradas dos galhos podados, transformando o “<strong>lixo verde</strong>” em algo útil. Me ocorreu, na hora, de colher e acrescentar flores de <strong>boldinho tapete de oxalá</strong> para incrementar. E deu muito certo. </p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/05029778-6B6D-42CC-B988-4950B41AC7DF.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>preparo do escalda pés</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/0A4A8D36-2F56-435F-8991-DFF90002DBC7.jpeg" alt="" /></figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fervemos a água </strong>e fomos despejando aos poucos nas bacias. <strong>O vapor tomou conta de toda a sala e de nossos pulmões também.</strong> Relaxamos as três juntas, curtimos muito nosso momento de autocuidado, de merecimento e de conexão com a potência das plantas. Enxugamos os pés e hidratamos com o <strong>Oleolito Vênus</strong>, do <strong><a href="https://www.instagram.com/coletivomangara/">Coletivo Mangara</a></strong> &#8211; poção mágica e emoliente e calmante. Calçamos meias quentinhas na sequência. </p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Na segunda-feira, pela manhã, ainda sentindo os efeitos do ritual da noite anterior, tratei de ir em busca de <strong>informações sobre as plantas utilizadas</strong>. Costumo chamar essas minhas pesquisas de “<strong>estudos livres</strong>”. Fui lendo, sentindo, resumindo propriedades e sensações, à mão, na minha <strong>agenda astrológica</strong> da <strong><a href="https://analeotv.com/">Ana Leo</a></strong> que é uma fiel escudeira por aqui. Sou muito terra, mas adoro olhar para o céu e decifrar mensagens das estrelas e do destino de cada um de nós &#8211; mas isso é assunto para outro post.</p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/image.jpg" alt="" /></figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que, ao final dos meus manuscritos, percebi que <strong>o ritual que fizemos no dia anterior de forma 100% intuitiva e desapegada de significados físicos e sutis variados, parecia ter sido prescrito sob medida para nós três</strong>. </p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, minhas anotações sobre cada uma das plantas utilizadas no escalda pés:</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>PITANGA</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Prosperidade e proteção. Boa para pele e cabelos. Antibacteriana. Equilibra energias de fogo e água. Promove limpeza emocional.</p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/B7A8F7D3-DC74-424F-92E8-FF0D39AB0446.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>pitanga</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>MALVA</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Protetora da ira dos deuses. Afasta negatividade, estimula a felicidade, a intuição, o amor. Limpa carmas. Remédio para mau-olhado, calúnia e intrigas. Protege a família. Combate raiva e inveja. Fertilidade, saúde!</p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/F8CB7C2A-7492-49EF-BDAD-2BF9CB4F462B.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>malva</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>EUCALIPTO ARGENTINO</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Ajuda a eliminar o cansaço e a equilibrar desejos. Estimula a retidão de caráter. Renova energias vitais, fortifica o espírito. É descongestionante.</p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/5130B190-55C4-4B72-A695-FE496A16B8F8.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>eucalipto argentino</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>FLOR DE BOLDO/ TAPETE DE OXALÁ</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Descarrego, proteção. Paz e ajuda espiritual. Abre caminhos, reequilibra energias, alivia emoções negativas. Bloqueia o mal.</p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/0D31BF87-2359-497F-9704-C31EDD998021.jpeg" alt="" />
<p>&nbsp;</p>
<figcaption>flor de boldo</figcaption>
</figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">O que eu acho mais interessante, além da parte <strong>lúdica e sensorial</strong> de tudo o que envolve o <strong>manejo</strong>, a <strong>poda</strong> e o <strong>preparo das bacias</strong>, é, no dia seguinte, ao me concentrar em <strong>breves estudos</strong>, entender que os <strong>efeitos alcançados</strong> eram justamente <strong>os mais necessários</strong> para mim naquele momento. </p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Claro que não se cuida da saúde emocional com uma única sessão de escalda pés. <strong>Mas que as plantas contribuem muitíssimo em rituais que envolvem manejo, vaporização e contato dos pés com a água quentíssima &#8211; não há como negar.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Limpeza dos <strong>pés</strong> em si, da <strong>nossa base</strong>. <strong>Água</strong> que <strong>lavou também a mente, o coração, a alma</strong> e me ajudou a encontrar um <strong>ponto de equilíbrio das energias.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Aconselho muito, a toda e qualquer pessoa, a incluir o <strong>ritual do escalda pés</strong> na vida &#8211; especialmente no inverno. <strong>A gente sente acolhimento e calor, inspira um vapor cheiroso, para por poucos instantes e relaxa.</strong> Aconselho também a fazer esse ritual tanto a sós como na companhia de amigas, de gente querida, do marido, da avó, da mãe. É um ritual <strong>gostoso demais de sentir, uma experiência, um programa saudável.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/08/1D9928F7-F62C-45D9-AB86-7C2EB29E17B8-512x640.jpeg" alt="" /></figure>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Você tem o hábito de por seus pés de molho? <strong>Quer saber mais sobre escalda pés?</strong> Me conte. De repente, dependendo do que quiser saber, posso produzir um conteúdo especialmente para você.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Vai lá me dar um oi no Instagram também: <a href="https://instagram.com/bruna_bauer/">@bruna_bauer</a>.</p>
<p></p><p>O post <a href="https://www.institutocresce.org.br/blog/jardim-encantado-do-manejo-ao-escalda-pes-com-pitanga-malva-eucalipto-e-boldo/">Jardim encantado: do manejo ao escalda pés com pitanga, malva, eucalipto e boldo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.institutocresce.org.br">Instituto CRESCE</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da natureza na vida das crianças e dos adultos também</title>
		<link>https://www.institutocresce.org.br/blog/a-importancia-da-natureza-na-vida-das-criancas-e-dos-adultos-tambem/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-importancia-da-natureza-na-vida-das-criancas-e-dos-adultos-tambem</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2021 18:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.institutocresce.org.br/?p=5565</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confesso que esta não seria a pauta do meu segundo post aqui no blog, mas… Anteontem, trocando uma ideia sobre medicina natural com uma prima que está se formando em medicina, fui apresentada a um pdf que ela tinha lido instantes antes do nosso encontro. Senti, então, de compartilhar alguns trechos desse documento por aqui. Ele fala sobre a importância de os pediatras e educadores recomendarem pelo menos uma hora de contato direto com a natureza a crianças e adolescentes.</p>
<p>O post <a href="https://www.institutocresce.org.br/blog/a-importancia-da-natureza-na-vida-das-criancas-e-dos-adultos-tambem/">A importância da natureza na vida das crianças e dos adultos também</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.institutocresce.org.br">Instituto CRESCE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O<a href="http://sbp.com.br/fileadmin/user_upload/manual_orientacao_sbp_cen1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Manual de Orientação do Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza da Sociedade Brasileira de Pediatria</a> apresenta argumentos e dicas para uma integração maior com o meio ambiente em prol do desenvolvimento humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, sabemos que são muitos os desafios em torno da questão, mas é nítido que a pandemia do Covid19 abriu ainda mais os nossos olhos para a importância de estarmos cada vez mais perto da natureza, do quanto o sol nos faz bem e como observar os ciclos das plantas e dos bichos pode melhorar nossa saúde mental. Às vezes, pode parecer complexo pensar em uma rotina que inclua atividades ao ar livre, mas tenho certeza de que vale a pena refletir sobre quanto tempo podemos dedicar a atividades simples como regar plantas ou visitar uma pracinha logo ali.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Diversos fatores são responsáveis pelo contexto de confinamento ao qual todos estamos sujeitos: dinâmica familiar, planejamento urbano, mobilidade, uso de eletrônicos, consumismo, desenvolvimento econômico, desigualdade social, insegurança, violência, conservação da natureza e educação.” &#8211; <a href="http://sbp.com.br/fileadmin/user_upload/manual_orientacao_sbp_cen1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual de Orientação do Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza da Sociedade Brasileira de Pediatria</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não, não depende apenas da vontade dos pais, médicos e educadores. Há de se atentar para o fato de que vivemos em cidades muito verticalizadas e com pouquíssimos espaços verdes. Certo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sobre a escassez de áreas verdes, temos muitos dados disponíveis: a cidade de São Paulo, por exemplo, dispõe de 2,6 m² de área verde por habitante, enquanto a <strong>Organização das Nações Unidas</strong> <strong>(ONU) recomenda 12 m² de área verde por habitante</strong>.” &#8211; <a href="http://sbp.com.br/fileadmin/user_upload/manual_orientacao_sbp_cen1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual de Orientação do Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza da Sociedade Brasileira de Pediatria</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Brincar na areia, subir em árvores, construir cabanas e encontrar os amigos ao ar livre são experiências importantes que permitem estabelecer conexões positivas com a vida e com o outro. Portanto, se esses momentos não tiverem lugar na escola ou em outros territórios educativos, talvez não aconteçam na vida de muitas crianças e adolescentes que hoje passam a maior parte do seu tempo em instituições escolares.” &#8211; <a href="http://sbp.com.br/fileadmin/user_upload/manual_orientacao_sbp_cen1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual de Orientação do Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza da Sociedade Brasileira de Pediatria</a>.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio">
<div class="wp-block-embed__wrapper">https://www.youtube.com/watch?v=_gOsklIjJMM</div>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Relaxar em lugares abertos. Ter contato com bichos. Mexer o corpo. Se integrar com o meio ambiente. Isso amplia, sim, nossas chances de sermos um tanto mais saudáveis e felizes. Além disso, é da terra que vem nosso alimento. Cuidar das plantas e entender seus ciclos é alimentar a alma e o corpo também. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A alimentação deve ser vista pelas escolas, famílias e outras instâncias como uma importante estratégia de fomento da relação entre a criança e a natureza, especialmente por meio do processo de plantar, cultivar, colher e preparar alimentos.” &#8211; <a href="http://sbp.com.br/fileadmin/user_upload/manual_orientacao_sbp_cen1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual de Orientação do Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza da Sociedade Brasileira de Pediatria</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E já que nem sempre contamos com a estrutura básica necessária em todas as áreas do país, vale engajar com gente próxima com o objetivo de solicitar benfeitorias para as crianças e adolescentes. <a href="https://www.institutocresce.org.br/espacopublico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Instituto Cresce, por exemplo, faz um belíssimo trabalho com suas ilhas verdes</a> &#8211; você conhece? Ah! Tem também os projetos <a href="https://www.institutocresce.org.br/atividadesaoarlivre/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Árvore &amp; Ser e Sexta Boa</a> &#8211; com atividades educativas e até versão online para essa temporada de pandemia. Recomendo que você conheça e aproveite essas ações. “O poder público deve garantir que todas as crianças e adolescentes tenham acesso a áreas naturais, seguras e bem mantidas, a uma distância inferior a 2 km de suas residências.” &#8211; <a href="http://sbp.com.br/fileadmin/user_upload/manual_orientacao_sbp_cen1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual de Orientação do Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza da Sociedade Brasileira de Pediatria</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pediatras, famílias, educadores e gestores públicos devem ter consciência de que os benefícios são mútuos: <strong>assim como a criança e o adolescente precisam da natureza, a natureza precisa das crianças e jovens</strong>. Ter essa clareza é importante para apoiar, conceber e priorizar estratégias que visem promover a reconexão entre as crianças e jovens e o ambiente natural.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trechos colados e comentados acima representam apenas uma parte do pdf que me foi apresentado. Recomendo a leitura do <a href="http://sbp.com.br/fileadmin/user_upload/manual_orientacao_sbp_cen1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documento completo</a>. <strong>E você, o que pensa sobre a relação entre saúde e tempo de contato com a natureza?</strong> Se é muito bom para as crianças, de certo faz um bem enorme para nós adultos também &#8211; concorda?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por hoje é só. Na próxima semana, volto com mais reflexões e informações para trocarmos por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.institutocresce.org.br/blog/a-importancia-da-natureza-na-vida-das-criancas-e-dos-adultos-tambem/">A importância da natureza na vida das crianças e dos adultos também</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.institutocresce.org.br">Instituto CRESCE</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Introdução: a natureza &#8211; do ser, do sentir, do “dialogar” &#8211; e eu</title>
		<link>https://www.institutocresce.org.br/blog/introducao-a-natureza-do-ser-do-sentir-do-dialogar-e-eu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=introducao-a-natureza-do-ser-do-sentir-do-dialogar-e-eu</link>
					<comments>https://www.institutocresce.org.br/blog/introducao-a-natureza-do-ser-do-sentir-do-dialogar-e-eu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruna Bauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 17:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.institutocresce.org.br/?p=5472</guid>

					<description><![CDATA[<p>A troca sadia e cotidiana que podemos travar com o meio ambiente. Tantas formas, tantas maneiras - especialmente - terapêuticas me encantam. A indústria farmacêutica tem grande responsabilidade na intoxicação de nossos corpos e mentes e terras. Tão importante quanto cientificamente é, há de se ter cuidado com as manobras de base e sustentação desse negócio. </p>
<p>O post <a href="https://www.institutocresce.org.br/blog/introducao-a-natureza-do-ser-do-sentir-do-dialogar-e-eu/">Introdução: a natureza &#8211; do ser, do sentir, do “dialogar” &#8211; e eu</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.institutocresce.org.br">Instituto CRESCE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p class="wp-block-paragraph"><em>Pausa. </em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não, eu não dedico meu tempo a pesquisar os males que essa indústria provoca em nossos corpos, mentes e corações. E, por aqui, não vamos tratar sobre os males, mas sobre <strong>sensações</strong> que nos aproximam dos <strong>benefícios de nos conectarmos com a natureza</strong> &#8211; nas reflexões que faço a partir de cada <strong>experiência no jardim</strong>.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas das nossas dores podem ser aliviadas com <strong>mudanças de hábitos</strong>. Há uma turma que misticaliza demais esse viés natural. Mas é fato que somos o que comemos, vestimos, descartamos, acumulamos &#8211; tudo é reflexo do nosso modo de viver. Penso então que: se focarmos em <strong>experiências sensoriais agradáveis</strong> no convívio com a natureza, logo <strong>aprimoraremos nosso modo de viver</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantos mecanismos se desenvolvem ao mesmo tempo dentro de cada um de nós? Somos, o tempo todo, estimulados e alimentados por substâncias processadas, em pó, regadas com veneno. O caos. Às vezes, tenho certeza de que o mundo já acabou faz tempo e que fomos esquecidos por aqui nessa terra dividida entre gente bandida e gente iludida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Optei, na vida, por um foco: o que pode ser feito, o que pode ser belo, prazeroso, próspero. Sem ficar re-contando histórias sobre a destruição geral das nações. Prefiro olhar para exemplos como o da <strong>Nova Zelândia</strong> &#8211; morei lá como intercambista em 1999. Faz tempo que eles mantém bosques, áreas verdes nativas e parques entre as casas em centros urbanos. A horizontalidade das cidades de lá deveria ser exaltada. Eu amo a lei que eles preservam de que é proibido fazer sombra no vizinho antes das 15h porque <strong>todos nós temos direito a receber a luz do sol</strong> na mesma medida &#8211; dessa forma, fica difícil erguer prédios de mais de três andares. Esse conceito é muito aquariano, coletivo. Vanguarda pura. Devíamos olhar mais vezes e com mais atenção para a evolução daquele povo de lá. Não só no que tange a extinção da pandemia de covid19 naquela dupla de ilhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Olhemos, sim e sempre, para os nossos defeitos &#8211; desde que com o objetivo de <strong>solucionar possíveis desconfortos</strong> provocados por eles. Como podemos nos sentir mais confortáveis, todos juntos, em nossas peles, em nossas terras, em nossas almas? Como podemos manifestar a tal da imagem e semelhança divina que a nós foi designada no livro mais famoso do mundo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu gosto de fazer isso, de <strong>praticar</strong>, <strong>exercitar</strong>, <strong>experimentar</strong>, de <strong>refletir</strong>, de acertar e também errar ao olhar e <strong>tocar e sentir a natureza</strong>. Acho o máximo tentar adivinhar como foram pensadas, escolhidas, formadas e materializadas as cores, formas, perfumes e tudo mais que o homem não desenhou. Me faz um bem danado e contribui enormemente para meu <strong>eterno processo de autoconhecimento</strong>. Me ajuda demais a fluir, a trabalhar a aceitação, a desapegar de ideias fixas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="wp-image-5477" src="https://www.institutocresce.org.br/wp-content/uploads/2021/07/cha-capuchinha.jpg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por aqui, então, te convido a conversar, de forma leve e coloquial, sobre todo o <strong>sentido</strong> de <strong>cada ciclo</strong> de cada planta, bicho, pedra, água, terra, ar, nesse mundão de meu deus. Por quê? Simplesmente porque me sinto mais conectada com o todo, com essa <strong>ideia aquariana</strong>, quando sinto a natureza bem pertinho &#8211; dentro e fora de mim. O nascer, viver e morrer de cada ser. Os diferentes modos entre eles. As complementaridades. A importância de cada detalhe da constituição física, química, energética e potencial de tudo o que há por aqui e por aí.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos falamos na semana que vem!</p>
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